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Análise Resident Evil 7: Biohazard

Resident Evil 7: Biohazard foi lançado em 24 de Janeiro para Xbox One, Playstation 4 e PC. Ele foi anunciado na E3 de 2016 com uma Demo que deixou muitos jogadores com os cabelos em pé com relação ao dedo do manequim. Muita gente se juntou para descobrir o que faria determinado item e como escapar da casa, mas ao tentar escapar sempre acontecia a mesma coisa, o patriarca da família Baker aparecia e o famoso e soltava o famoso bordão, “Welcome to the family, Son”, algo que ficou muito conhecido entre os fãs.

Depois de muito tempo, a Capcom lançou outras versões da demo, inclusive a atualizou, e agora, cá estamos, com a análise do jogo, pois Resident Evil 7 foi lançado em 24 de Janeiro. O que esperar do jogo? O terror realmente está de volta? E a mudança do jogo de terceira pessoa para primeira? Bem, essa e outras questões referente ao jogo você encontrará em nossa análise.

A História

Resident Evil 7: Biohazard não trás nenhum protagonista antigo de volta ao estrelismo do jogo, jogamos com Ethan, uma pessoa normal que está em busca de sua esposa desaparecida faz anos. Um certo dia ele recebe uma pista do paradeiro de sua esposa, Mia, e resolve ir atrás dela para reencontrá-la. Bem, como você deve saber isso não acaba bem e ele acaba sendo pego pelos Bakers. Agora Ethan terá que enfrentar a família Baker, descobrir os mistérios que rondam esta família, o porquê de sua esposa ter desaparecido e fugir desta terrível família, o que não será nada fácil.

Não vou entrar mais em detalhes do enredo do jogo do que esta introdução, pois não quero estragar a experiência de jogo do jogador, o que posso dizer, é que a Capcom acertou em colocar um herói novato no jogo, pois com ele passamos pela sensação do medo novamente, já que Ethan não é treinado para ser um herói e também não tinha passado, até agora, por situações extremas como Chris, Jill, Claire, Barry, Leon, etc.

O que posso dizer é que a história é interessante e vai se amarrando de uma forma boa, apesar de ter uns deslizes aqui e ali. No final do jogo você vai entender o que é a Família Baker. Não deixe de ler os documentos espalhados pelo cenário do jogo, pois eles contam um pouco mais dos detalhes da história do jogo. Ah, antes que eu me esqueça, este jogo se passa após os eventos de Resident Evil 6.

Jogabilidade

Quando o jogo foi anunciado, eu confesso que fiquei receoso com a mudança que o jogo teve e pensei: “Como assim, mudaram o jogo para primeira pessoa, não tem como isso ficar bom!”, porém, jogando as várias demos lançadas e o jogo final, o resultado disso foi muito bom e acima do que eu esperava.

A mudança para primeiro pessoa fez com que o jogo retornasse as suas origens em que você jogava com cautela por não sabe o que te espera e por sustos, claro, sem nenhum exagero nesta parte. Isso foi ótimo para a franquia, pois era uma das coisas que tinha se perdido nos últimos títulos da franquia. A jogabilidade está bem suave e precisa, mostrando que o feedback das demos foi atendido.

Os principais antagonistas do jogo, família Baker, são bem carismáticos e fazem você se apegar por eles pela sua loucura. Desde o Nemesis eu não criava nenhum laço afetivo com nenhum vilão da série, porém a família Baker conseguiu cumprir seu papel no jogo, você não sabe quando eles vão aparecer! As perseguições que eles fazem são bem elaboradas e você sempre anda com cautela para não ser surpreendido por eles.

Outros inimigos que aparecem no jogo são os Zumbis, brincadeira! Neste jogo não temos nenhum zumbis, e sim, os Mofados. Existem diferentes formas deles, e você irá aos poucos descobrir conforme joga como eles foram “feitos”.

Outro elemento que retornou a série são as salas de save, em que podemos salvar o progresso do jogo em um gravador (onde está a máquina de escrever!) de maneira ilimitada. Outra coisa que retorna a série são os baús onde guardamos nossos itens.
Os puzzles também estão bem elaborados neste jogo, já que também, era uma das coisas que tinha se perdido na série. Inspecione os itens por todos os lados, já que pode ser revelado algumas surpresas.

Os gráficos do jogo estão muito bonitos e se aproveitaram bem do poder da geração atual dos consoles, caso jogue em VR no Playstation 4, os gráficos ficam um pouco piores, mas nada que atrapalhe sua diversão, já que a imersão que o VR traz é algo surreal. Quem for jogar no VR, prepare-se para se borrar um pouco…

A parte da trilha sonora foi muito bem trabalhada também, desde as músicas de cada ambiente até os sons dos locais, tudo se encaixa perfeitamente com o ambiente que Resident Evil 7 proporciona.

Conclusão

Resident Evil 7: Biohazard trouxe várias mudanças para a série, como a volta do terror, de ser cauteloso ao avançar pelos corredores, já que você nunca sabe quando e quem poderá aparecer para te atrapalhar pelo caminho. A mudança para primeira pessoa ajudou muito o jogo a passar essa ambientação de terror e a Capcom foi feliz com o resultado. Quem procura um ótimo jogo de terror, aventura e sobrevivência, com certeza, irá encontrar em Resident Evil 7: Biohazard.

Resident Evil 7: Biohazard foi lançado em 24 de Janeiro para Xbox One, Playstation 4 e PC. Ele foi anunciado na E3 de 2016 com uma Demo que deixou muitos jogadores com os cabelos em pé com relação ao dedo do manequim. Muita gente se juntou para descobrir o que faria determinado item e como escapar da casa, mas ao tentar escapar sempre acontecia a mesma coisa, o patriarca da família Baker aparecia e o famoso e soltava o famoso bordão, “Welcome to the family, Son”, algo que ficou muito conhecido entre os fãs. Depois de muito tempo, a Capcom…

Notas

História - 8.5
Jogabilidade - 9
Diversão - 9
Gráficos - 8
Som - 9
Fator Replay - 9.5

8.8

Ótimo

Resident Evil 7: Biohazard foi lançado para Xbox One, PS4 e PC em 24 de Janeiro de 2017.

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